Direito Previdenciário na Segurança e Saúde no Trabalho
  • Direito Previdenciário na Segurança e Saúde no Trabalho
  • Direito Previdenciário na Segurança e Saúde no Trabalho

Direito Previdenciário na Segurança e Saúde no Trabalho

Sku: 9786580950348

NCM: 4901.99.00

Categoria: Previdência SocialLivros

Código de Barras: 9786580950348

ISBN: 9786580950348

Quantidade Disponivel: 200 un

Lançamento

Por R$ 198,00

Frete e Prazo

Simule o frete e o prazo de entrega estimados para sua região:

Descrição do Produto

A Previdência Social e a Segurança e Saúde no Trabalho estão muito mais próximas do que muitos profi ssionais imaginam.

Uma avaliação ambiental inadequada, um LTCAT inconsistente, uma informação incorreta no PPP ou um evento transmitido equivocadamente ao eSocial podem produzir consequências que ultrapassam os limites da SST e alcançam diretamente as esferas previdenciária, trabalhista e tributária.
Direito Previdenciário na Segurança e Saúde no Trabalho foi escrito justamente para aproximar esses dois universos.

Com uma abordagem técnica, prática e objetiva, Antonio Carlos Vendrame examina temas essenciais como aposentadoria especial, agentes nocivos, LTCAT, PPP, eSocial, SAT, FAP, NTEP, além dos critérios técnicos utilizados para caracterizar e documentar as exposições ocupacionais. Para os profi ssionais de SST, a obra demonstra que avaliar riscos e elaborar documentos não são atividades isoladas: as informações produzidas hoje poderão fundamentar, anos depois, direitos previdenciários, enquadramentos e importantes repercussões fi nanceiras para trabalhadores e empresas.

Para advogados previdenciaristas, o livro oferece uma aproximação com o universo técnico da SST, auxiliando na compreensão das avaliações ambientais, dos agentes ocupacionais e dos documentos que frequentemente constituem elementos decisivos na discussão da aposentadoria especial.

Mais do que apresentar normas e conceitos, esta obra procura construir uma ponte entre Engenharia, Segurança do Trabalho e Direito Previdenciário, permitindo que cada profi ssional compreenda melhor aquilo que existe do outro lado.

Um livro para quem produz a prova técnica, para quem precisa interpretá-la e para quem sabe que, em matéria previdenciária, um detalhe registrado hoje pode produzir consequências décadas depois.

 

 

SUMÁRIO

Introdução 

Capítulo 1 – Acidente do Trabalho
1.1. Da evolução histórica do seguro acidentário 
1.2. As várias denominações: SAT, RAT e GIIL-RAT
1.3. As alíquotas básicas: 1%, 2% e 3% 
1.4. Atividade preponderante
1.5. O código da GFIP e sua função probatória 
1.6. Alíquotas suplementares ao SAT e financiamento da aposentadoria especial 
1.7. Insalubridade não é nocividade previdenciária 
1.8. Ação fiscal, inspeção e desconsideração do EPI
1.9. A redução legal do RAT
1.10. Reenquadramentos dos Decretos n. 6.042/2007 e n. 6.957/2009 
1.11. A relação entre SAT e FAP
1.12. FAP, NTEP e gestão de afastados
1.13. A carga tributária da SST
1.14. SAT e responsabilidade civil
1.15. SAT e ações regressivas
1.16. O papel dos documentos de SST no SAT/RAT
1.17. Estratégia para redução legal do RAT 
1.18. A importância da estatística 
1.19. Questões críticas sobre o modelo brasileiro

Capítulo 2 – Fator Acidentário de Prevenção
2.1. Fundamento legal e evolução normativa 
2.2. O FAP como flexibilizador do SAT/RAT
2.3. A passagem do coletivo para o individual 
2.4. A lógica dos três índices: frequência, gravidade e custo
2.5. Índice de frequência
2.6. Índice de gravidade
2.7. Índice de custo
2.8. Percentis e comparação dentro da CNAE
2.9. Índice composto
2.10. Bloqueio de bonificação 
2.11. Bloqueio de redução do malus
2.12. Período-base e atraso natural do FAP
2.13. Contestação do FAP
2.14. Ausência de efeito suspensivo da contestação
2.15. FAP e NTEP
2.16. FAP e CAT
2.17. FAP e eSocial
2.18. FAP e RAT ajustado
2.19. Como reduzir o FAP
2.20. Acompanhamento do empregado afastado
2.21. Promoção da saúde e acidentes não ocupacionais 
2.22. Questionamentos legais e constitucionais 
2.23. A crítica ao FAP como caixa-preta 
2.24. Principais inconsistências a serem verificadas
2.25. FAP como ferramenta de gestão 
2.26. FAP e planejamento tributário
 
Capítulo 3 – Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário 
3.1. Origem e finalidade do NTEP
3.2. A diferença entre nexo causal tradicional e NTEP
3.3. A estrutura estatística do NTEP
3.4. A inversão do ônus da prova 
3.5. Efeitos previdenciários, trabalhistas e empresariais
3.6. A crítica técnica ao NTEP
3.7. Exemplos de distorções possíveis
3.8. PAIR e a multifatorialidade da doença
3.9. Doenças osteomusculares e análise ergonômica
3.10. Agentes químicos, pneumoconioses e avaliações quantitativas 
3.11. Doenças mentais, riscos psicossociais e organização do trabalho
3.12. A importância do exame médico admissional
3.13. A importância dos exames periódicos
3.14. O prontuário médico como prova 
3.15. Contraprovas documentais do NTEP 
3.16. A ferramenta correta: epidemiologia contra epidemiologia 
3.17. O problema dos documentos de SST mal elaborados
3.18. Relação entre NTEP, FAP e SAT/RAT
3.19. NTEP e responsabilidade civil
3.20. NTEP e ação regressiva 
3.21. Estratégia empresarial de contestação
3.22. A defesa começa na admissão
3.23. O papel da bibliografia técnica
3.24. EPI, EPC e medidas administrativas
3.25. PGR, PCMSO, LTCAT e PPP na lógica do NTEP
3.26. Monitoramento diário e gestão dos afastamentos

Capítulo 4 – Aposentadoria especial 
4.1. Evolução histórica da aposentadoria especial 
4.2. Natureza jurídica da aposentadoria especial 
4.3. Evolução legislativa 
4.4. O conceito de atividade especial 
4.5. A evolução da forma de comprovação
4.6. Habitualidade e permanência
4.7. Direito adquirido
4.8. Conversão do tempo especial
4.9. A Reforma da Previdência 
4.10. O grande debate atual
4.11. Tendências futuras e síntese conclusiva 

Capítulo 5 – Comentários à IN 128

Capítulo 6 – Perfil Profissiográfico Previdenciário
6.1. O PPP antes e depois do eSocial 
6.2. A importância dos períodos anteriores ao eSocial 
6.3. O que é o PPP?
6.4. O PPP como instrumento de fiscalização a distância 
6.5. Quem elabora e quem responde pelo PPP?
6.6. O vínculo entre PPP e LTCAT
6.7. Diferença entre LTCAT e laudo ambiental trabalhista 
6.8. Finalidades do PPP 
6.9. Para quem deve ser elaborado o PPP?
6.10. Documentos para períodos anteriores ao PPP 
6.11. Divergências entre CTPS, CNIS, PPP e documentos internos
6.12. PPP e descrição de cargo, função e atividade
6.13. Habitualidade, permanência e exposição 
6.14. Rodízio de atividades
6.15. PPP, GFIP e tributação
6.16. PPP e EPI/EPC
6.17. PPP e informações médicas
6.18. PPP, CAT e benefício por incapacidade
6.19. PPP e reabilitação profissional 
6.20. PPP como prova contra a empresa
6.21. Atualização do PPP
6.22. Guarda e comprovação de entrega
6.23. PPP retroativo
6.24. PPP e eSocial: o sistema não substitui o julgamento técnico 
6.25. Armadilhas clássicas do PPP
6.26. PPP e aposentadoria especial 
6.27. PPP e documentos de SST 
6.28. PPP e segredo médico
6.29. Como preencher sem comprometer
6.30. PPP e documentos anteriores ao eSocial: roteiro prático
6.31. A ilusão do software mágico 
6.32. Fiscalização e penalidades 
6.33. PPP como documento multidisciplinar

Capítulo 7 – Levantamento ambiental
7.1. Sentido técnico e previdenciário do levantamento ambiental
7.1.1. Reconhecimento, avaliação e interpretação
7.1.2. O LTCAT como documento de tradução técnica
7.1.3. Agentes arrolados, atividades exemplificativas e marcos temporais
7.2. Ruído
7.2.1. Conceito e relevância ocupacional 
7.2.2. Limites previdenciários de tolerância 
7.2.3. Metodologia de avaliação pela NHO 01
7.2.4. Atenuação por protetor auditivo e o precedente do STF
7.2.5. Erros frequentes na prova do ruído
7.3. Calor
7.3.1. Conceito, fontes e efeitos
7.3.2. IBUTG, taxa metabólica e limites de exposição 
7.3.3. Metodologia pela NHO 06 
7.3.4. Pausas e períodos de descanso
7.3.5. Calor de fonte natural e artificial 
7.4. Frio
7.4.1. O frio como risco ocupacional
7.4.2. Tratamento previdenciário 
7.4.3. Prova técnica do frio
7.5. Pressões atmosféricas anormais
7.5.1. Pressão hiperbárica
7.5.2. Elementos da prova
7.5.3. Pressão hipobárica 
7.6. Radiações ionizantes
7.6.1. Noções técnicas
7.6.2. Critério previdenciário e marcos temporais
7.6.3. Grandezas, unidades e dosimetria
7.6.4. EPI, EPC e radioproteção
7.7. Radiações não ionizantes
7.7.1. Natureza e fontes
7.7.2. Previdência e limites do enquadramento 
7.8. Vibrações
7.8.1. Conceito e classificação
7.8.2. Evolução previdenciária
7.8.3. Metodologia pelas NHO 09 e NHO 10
7.8.4. Neutralização e luvas antivibração 
7.9. Eletricidade
7.9.1. Risco elétrico e saúde do trabalhador
7.9.2. Tratamento previdenciário e controvérsia
7.9.3. Elementos probatórios
7.10. Agentes químicos
7.10.1. Conceito, vias de ingresso e formas de apresentação
7.10.2. Critérios previdenciários gerais
7.10.3. Amostragem, método analítico e representatividade 
7.10.4. Valor teto, limite de média e habitualidade
7.10.5. EPI, EPC e agentes químicos
7.11. Agentes químicos do Anexo IV do RPS: principais grupos
7.11.1. Arsênio e compostos
7.11.2. Asbestos ou amianto
7.11.3. Benzeno e compostos tóxicos
7.11.4. Berílio e compostos
7.11.5. Bromo e compostos tóxicos
7.11.6. Cádmio e compostos
7.11.7. Carvão mineral e derivados
7.11.8. Chumbo e compostos tóxicos
7.11.9. Cloro e compostos tóxicos
7.11.10. Cromo e compostos tóxicos
7.11.11. Dissulfeto de carbono
7.11.12. Fósforo e compostos tóxicos .
7.11.13. Lodo
7.11.14. Manganês e compostos
7.11.15. Mercúrio e compostos
7.11.16. Níquel e compostos tóxicos
7.11.17. Petróleo, gás natural, xisto e derivados
7.11.18. Sílica livre cristalizada
7.11.19. Borracha, polímeros e outros cancerígenos
7.12. Agentes biológicos
7.12.1. Natureza e formas de exposição
7.12.2. Evolução previdenciária dos agentes biológicos
7.12.3. Serviços de saúde 
7.12.4. Esgoto, lixo, biodigestores e resíduos
7.12.5. Animais infectados, laboratórios e cadáveres
7.12.6. EPI e biossegurança
7.12.7. AIDS, tuberculose, covid-19 e o risco de simplificação
7.13. Umidade
7.14. Associação de agentes
7.15. EPI e EPC no levantamento ambiental 
7.15.1. Datas relevantes
7.15.2. Hierarquia de controles
7.15.3. Prova da eficácia
7.15.4. Situações em que a eficácia é juridicamente limitada
7.16. Como ler criticamente o PPP
7.17. Roteiro prático de levantamento ambiental por agente 
7.17.1. Ruído 
7.17.2. Calor
7.17.3. Vibração
7.17.4. Radiações ionizantes 
7.17.5. Agentes químicos
7.17.6. Agentes biológicos
7.17.7. Pressões anormais
7.17.8. Agentes não arrolados

Capítulo 8 – Comunicação de Acidente de Trabalho
8.1. O que é a CAT?
8.2. Base legal
8.3. Quais eventos devem ser comunicados?
8.4. Investigação antes da emissão 
8.5. Prazo de emissão
8.6. CAT e afastamento inferior a 15 dias 
8.7. Quem pode emitir a CAT?
8.8. CAT e responsabilidade da empresa
8.9. A CAT é previdenciária
8.10. CAT e nexo causal
8.11. Tipos de CAT
8.12. CAT de doença 
8.13. Atestados médicos e médico do trabalho 
8.14. CAT de trajeto
8.15. Acidente durante intervalo de refeição 
8.16. Prova do acidente de trajeto 
8.17. Vale-transporte e desvio de finalidade
8.18. Acidente de trajeto após desligamento
8.19. Duplo vínculo empregatício 
8.20. CAT emitida por terceiro
8.21. CAT e FAP
8.22. CAT, B91 e B31
8.23. Multa por falta de emissão
8.24. CAT e eSocial
8.25. Procedimento interno recomendado
8.26. A CAT como prova 

Capítulo 9 – eSocial
9.1. Evolução histórica: da documentação isolada ao histórico digital do trabalhador
9.2. O que o eSocial é? E o que não é?
9.3. Premissas fundamentais do eSocial
9.4. Quem é o responsável pelo eSocial dentro da empresa?
9.5. A lógica dos eventos: tabelas, eventos não periódicos e eventos periódicos
9.6. Identificadores: CPF, matrícula, CNPJ, CAEPF e CNO
9.7. Acesso, procuração, assinatura digital e módulo web 
9.8. O que o eSocial substitui e o que ele não substitui?
9.9. Os documentos de SST como fonte dos eventos previdenciários
9.10. Eventos de SST: visão geral
9.11. S-2210 (Comunicação de Acidente de Trabalho)
9.12. Relação entre S-2210 e S-2230
9.13. S-2220 (Monitoramento da Saúde do Trabalhador)
9.14. Tipos de ASO e relevância previdenciária
9.15. S-2221 (Exame toxicológico do motorista profissional empregado) 
9.16. S-2230 (Afastamento temporário)
9.17. S-2240 (Condições ambientais do trabalho e agentes nocivos)
9.18. O S-2240 não é uma cópia do PGR 
9.19. Ausência de exposição: código 09.01.001 
9.20. Agentes quantitativos e qualitativos no S-2240
9.21. Produtos químicos: o erro de informar marca comercial
9.22. EPC, EPI e eficácia no eSocial
9.23. Alteração das condições ambientais e histórico do S-2240 
9.24. Ambiente de terceiros, terceirização e trabalhadores externos
9.25. PPP eletrônico 
9.26. S-1005, GILRAT, FAP e o custeio previdenciário
9.27. S-1200 e financiamento da aposentadoria especial 
9.28. Insalubridade trabalhista não é aposentadoria especial 
9.29. PGR, PCMSO, LTCAT e eSocial: o quadrilátero essencial
9.30. Riscos ergonômicos, mecânicos e psicossociais no eSocial
9.31. Qualidade dos dados: o maior desafio do eSocial 
9.32. Retificação, alteração e exclusão de eventos
9.33. O eSocial, download e a prova digital
9.34. eSocial, fiscalização remota e cruzamento de dados.
9.35. O eSocial para advogados previdenciaristas
9.36. O eSocial para profissionais de SST
9.37. Principais erros práticos no eSocial SST
9.38. Fluxo recomendado para implantação e manutenção do eSocial SST
9.39. O eSocial e o passado
9.40. eSocial, processos judiciais e retificações estratégicas
9.41. Prova, ônus e coerência documental
9.42. A falsa segurança do recibo eletrônico
9.43. Recomendações práticas para empresas
9.44. Recomendações práticas para advogados previdenciaristas
9.45. Recomendações práticas para profissionais de SST
9.46. O eSocial não substitui a boa técnica 
9.47. Síntese dos eventos centrais

Capítulo 10 – Limbo previdenciário
10.1. A Previdência Social como seguro social 
10.2. O que é o limbo previdenciário?
10.3. A origem prática do problema 
10.4. Alta previdenciária e cessação da suspensão contratual
10.5. O falso conforto da expressão “limbo”
10.6. Incapacidade previdenciária e inaptidão ocupacional não são exatamente a mesma coisa 
10.7. A importância de conhecer a atividade real e não apenas o cargo
10.8. A hierarquia dos atestados médicos
10.9. O ASO no retorno ao trabalho
10.10. A função da SST na prevenção do limbo
10.11. Retorno com incapacidade: risco técnico e jurídico
10.12. O que a empresa não deve fazer
10.13. O que a empresa deve fazer
10.14. Recursos administrativos e medidas perante o INSS
10.15. Ação judicial contra o INSS
10.16. Reabilitação profissional 
10.17. Readaptação na empresa
10.18. O limbo e o acidente do trabalho 
10.19. O papel do eSocial no limbo previdenciário
10.20. Limbo previdenciário e gestão de atestados
10.21. Afastamentos sucessivos e recaídas
10.22. Abandono de emprego após alta previdenciária
10.23. Dano moral no limbo previdenciário 
10.24. Limbo e responsabilidade civil
10.25. Limbo, GILRAT/SAT, FAP e ação regressiva 
10.26. A divergência entre Justiça do Trabalho e Justiça Federal
10.27. O papel do advogado
10.28. O papel do profissional de SST
10.29. Procedimento empresarial recomendado
10.30. A empresa deve pagar salários durante o limbo?
10.31. O limbo como falha de integração institucional

Capítulo 11 – Ações regressivas acidentárias
11.1. O fundamento constitucional e legal da responsabilidade preventiva da empresa
11.2. Natureza jurídica da ação regressiva acidentária
11.3. A contribuição ao SAT e a tese do “duplo pagamento”
11.4. O acidente do trabalho e a doença ocupacional como ponto de partida 
11.5. Despesas previdenciárias ressarcíveis
11.6. Negligência quanto às normas de SST
11.7. A culpa pode estar no cumprimento ou na fiscalização 
11.8. Nexo causal entre a negligência e o benefício 
11.9. O Procedimento de Instrução Prévia 
11.10. Fontes de prova utilizadas pelo INSS
11.11. A independência entre as esferas civil, penal, trabalhista e administrativa
11.12. A ação regressiva coletiva 
11.13. Acidentes típicos: o que costuma ser analisado 
11.14. Doenças ocupacionais: uma prova mais complexa 
11.15. A importância dos documentos de SST na defesa
11.16. A investigação interna do acidente
11.17. O papel do profissional de SST
11.18. Estratégia da Previdência na petição inicial
11.19. A réplica e a exibição de documentos
11.20. Defesas materiais possíveis
11.21. A prevenção como melhor defesa
11.22. Ações regressivas e cultura empresarial
11.23. A interação com o FAP, NTEP e CAT
11.24. A importância da matriz documental
Informações do Produto

Autor: ANTONIO CARLOS VENDRAME
Edição: Setembro, 2026
Págs.: 328
Formato: 16 x 23
Acabamento: Brochura
Código de Venda: 132
ISBN: 9786580950348